No dia 23 de fevereiro de 2016, a equipe do Projeto Organização Soberana recebeu na sede da Motirõ Sociedade Cooperativa membros da Diretoria da Associação dos Produtores Rurais do Município de Paranaguá – APRUMPAR para a realização de sua primeira Reunião de Planejamento da Gestão 2016/2017. Os objetivos do encontro foram: 1 - Estabelecer diretrizes para o desenvolvimento das atividades da APRUMPAR em 2016/2017; 2 - Otimizar esforços e recursos para o fortalecimento da APRUMPAR; 3 - Alinhar as responsabilidades dos envolvidos (Motirõ e APRUMPAR).

A reunião seguiu com sua pauta, sendo o primeiro momento destinado a construção dos Planos de Vida de cada membro, onde estes responderam questões sobre sua vida pessoal e sua vida dentro do cotidiano da APRUMPAR. Dentro dos objetivos, a equipe seguiu o cronograma definindo as responsabilidades de cada um dentro da gestão 2016/2017 e apresentou os dados financeiros referentes ao ano de 2015 e a planilha financeira a ser utilizada em 2016/2017. Em busca de recursos para o fortalecimento e crescimento da APRUMPAR, equipe e diretoria estudaram juntos possíveis novos projetos que fomentem o desenvolvimento da Associação, entre eles destacam-se o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) para o município de Matinhos que ainda não é atendido por nenhum agricultor da região; o Projeto da Receita Federal que possibilita a aquisição de materiais para a Sede da Associação e a Caminhada na Natureza 2016 – Circuito Serra da Prata que está sendo organizada pela APRUMPAR juntamente com demais parceiros. O encontro teve como encaminhamento a definição do cronograma de reuniões da Diretoria, que será realizado mensalmente na Sede da Associação. O encontro foi finalizado com um delicioso café orgânico fornecido pelo Projeto Redes de Comercialização e a próxima reunião foi marcada para o dia 16 de março de 2016.

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 O objetivo da visita, realizada no dia 18 de novembro, foi conversar sobre o Curso de Formação de Lideranças organizado pelo professor Roberto Martins, bem como constituir e fortalecer parcerias, presentes e futuras, em prol do desenvolvimento rural sustentável com base na agricultura familiar e na efetiva participação politica destes(as) agentes.

A conversa foi realizada entre a equipe técnica do Projeto Organização Soberana e o professor do Instituto Federal do Paraná (IFPR) Roberto Martins de Souza, Engenheiro Florestal e Mestre em extensão Rural, a fim de construir uma parceria para a realização das oficinas relacionadas à Formação de Lideranças, que faz parte de um dos objetivos específicos do projeto – Formação Sócio Política. A realização do curso está prevista para o próximo trimestre, e contará como participantes os associados da APRUMPAR.

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O intuito da oficina foi o de realizar um processo formativo junto aos associados no que diz respeito a gestão de uma associação e de uma cooperativa e suas principais diferenças em termos de natureza jurídica. A oficina, realizada em um barracão de igreja da Colônia Maria Luiza no dia 06 de outubro congregou, além da equipe do projeto Organização Soberana, mais dezoito pessoas, entre elas associados da APRUMPAR e seus familiares.

Durante a oficina foram apresentados os princípios e valores necessários para uma boa gestão dos empreendimentos de base solidária e as principais diferenças entre estas organizações e as de fim mercantil. Demonstraram-se os aspectos relevantes sobre a formação de uma cooperativa e ressaltadas as principais diferenças entre esta e uma associação, discutidos sobre os quesitos necessários para uma boa gestão de cooperativa e/ou associação, bem como as diferenças tributárias entre elas.

Por fim, foi realizada uma dinâmica conhecida como “Teia de Aranha” que demonstra a necessidade e a importância do trabalho coletivo e em sinergia. O objetivo da dinâmica foi ouvir as aspirações dos(as) participantes quanto as suas expectativas pessoais e com relação à APRUMPAR até o fim do ano. Usou-se um barbante, onde cada um pôde segurar uma parte e que ao fim resultou na constituição de uma ‘teia’ semelhante a da aranha, onde foi possível visualizar a importância de cada um(a) nos processos e para o todo, constatando-se que sozinhos(as) não conseguiremos chegar aos objetivos almejados.

Fazendo um balanço, a atividade foi muito positiva pois o objetivo de se constituírem espaços de socialização, diálogo, integração, aprendizagem coletiva e a construção de agendas em comumfoi alcançado.

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A APRUMPAR organizou um evento no dia 12 de setembro no barracão da igreja católica da colonia Maria Luizaem Paranaguá para festejar seus 30 anos de existência.

A expectativa era grande pois havia a perspectiva da participação de cerca de 250 pessoas, sendo assim os preparativos para a festa começaram cedo, a partir das 9h da manhã, mobilizando os membros da diretoria da associação que dividiram-se em equipes de trabalho para dar conta das demandas: equipe responsável pelas bebidas, pela cozinha, por assar a carne, pela limpeza, som e decoração. Reuniram-se para realizar a limpeza do barracão e organizar a disposição das mesas e cadeiras.

Com tudo pronto, a festividade iniciou as 20:30 horas, depois da realização de uma missa católica, na igreja ao lado. Abriram o evento o presidente e o tesoureiro da organização, que relembraram sobre a importância da data. A equipe da Motirõ do projeto Organização Soberana esteve presente e preparou uma exposição de slides retratando alguns acontecimentos e realizações da APRUMPAR no ano de 2015. O coordenador do projeto foi apresentado ao público em geral e agradeceu a possibilidade de poder integrar os esforços de potencializar a agricultura familiar do município de Paranaguá. Na ocasião a equipe também pode exibir as atividades desenvolvidas pelo projeto que tem trabalhado para fortalecer a associação e ampliar o envolvimento dos(as) agricultores(as) da região. Enquanto ocorria a exposição, deu-se inicio ao jantar organizado pelos produtores. Após o jantar, houve a apresentação do grupo cultural do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Desgarrados do Pago, que demonstrou modalidades de danças gaúchas, sendo que logo após todos(as) foram convidados(as) a participarem da dança.

O evento oportunizou o levantamento de recursos para a associação, que reverterá os mesmos para a realização de bem feitorias na estrutura de sua sede.

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A Motirõ participou dareunião do Conselho de Desenvolvimento Rural, Pesqueiro e do Artesanato do Litoral Paranaense (CORDRAP), que aconteceu no dia 10 de setembro no Instituto Superior do Litoral do Paraná (ISULPAR). Na ocasião estiveram presentes os cooperados da Motirõ Sociedade Cooperativa e equipe do projeto Organização Soberana, Billidhol de Oliveira Mateus e Thamy Numer, Secretarias Municipais de Guaratuba e Guaraqueçaba, o Secretário especial de assuntos do Litoral, presidentes dos CMDR's dos municípios do Litoral paranaense, representantes do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) e Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná (SEAB). A intenção do encontro foi a de discutir o papel do CORDRAP para as secretarias municipais do Litoral do Paraná, a apresentação do Secretário Especial de Assuntos do Litoral e a posse da nova Coordenação do Conselho.

A reunião começou com uma retrospectiva sobre a Conferência Regional de Assistência Técnica e Extensão Rural, na qual havia sido tratado o regulamento para a Conferência Nacional e eleitos quatro delegados para participar da Conferência Estadual, entre eles Valdenise Veloso, cooperada da Motirõ. Foi abordada a questão do papel do CORDRAP frente a seu principal objetivo, que é o de contribuir para o reconhecimento do Litoral do Paraná enquanto um Território da Cidadania, bem como seu posicionamento diante das problemáticas da pesca trazidas pelas secretarias municipais de Guaratuba e Guaraqueçaba. Como encaminhamento do levantamento da problemática da pesca, ficou acordado para o dia 16 de setembro uma reunião com o Ministério da Pesca em Curitiba.

Tomou posse da coordenação do CORDRAP o extensionista da EMATER Haroldo. Ao fim da reunião, o Secretário Especial de Assuntos do Litoral Jefferson Oliveira Fonseca se apresentou, explicando seu papel de representante de todo o litoral paranaense perante o Governo do Estado, e que a partir da presente data teria uma sala no Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em Paranaguá

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Durante o mês de maioo projeto Organização Soberana visitou estabelecimentos rurais das Colônias Maria Luiza, Santa Cruz e Morro Inglês associados à Associação dos Produtores Rurais do Município de Paranaguá (APRUMPAR), com o intuito de apresentar o projeto e sua equipe, bem como conhecer e cadastrar seus participantes.A ocasião proporcionou que algumas informações sobre as atividades desenvolvidas pelos(as) agricultores(as) pudessem ser levantadas, o que subsidiará as atividades do projeto. Dados como as culturas produzidas, a intenção da produção, tipos de canais de comercialização e suas problemáticas foram levantados.

Na primeira saída de mobilização, no dia 8, foram escolhidas as Colônias Santa Cruz e Morro Inglês. Neste dia foram visitados nove imóveis rurais, principiando pela estrada da Santa Cruz I e depois a estrada da Santa Cruz II. Na segunda saída, no dia 25 o destino foi a Colônia Maria Luiza. Observou-se grande quantidade de estabelecimentos rurais ocupados pela agricultura familiar, a qual produz uma grande variedade de alimentos, tanto para autoconsumo como para a comercialização, constando que nas localidades visitadas a produção inclui mandioca, pupunha, frutas como maracujá, banana caturra, banana da terra, hortaliças como alface americana, berinjela, pepino, couve, rúcula, cebolinha e salsinha, criações de galinha caipira e alimentos beneficiados como panificados, empadão e pastel.

Grande parte dos(as) agricultores(as) escoam a produção no município de Paranaguá, em diversas feiras como na Praça dos Leões, Aeroparque, Fernando Amaro, feira da Catedral e Ilha do Mel, programas governamentais como o PAA e PNAE, bem como mercearias, restaurantes, lanchonetes, mercados e atravessadores. Houve caso de comercialização em mercados de Matinhos, Praia de Leste e Guaratuba. Além de subsidio ao projeto, o dados recolhidos reafirmam a importância do setor da agricultura familiar na produção de alimentos, na geração de trabalho e renda e sugerem sua grande demanda por políticas públicas.

A equipe do projeto Organização Soberana agradece a acolhida por parte de seus(uas) beneficiários(as).

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Dia 1º de julho foi mais uma oportunidade de a Motirõ Sociedade Cooperativa, atravésdoprojeto Organização Soberana, participar de mais um fórum de debate de políticas públicas para o meio rural parnanguara. A ocasião foi a reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural (CMDR) do município de Paranaguá, que contou com a presença de um representante do projeto Organização Soberana, bem como conselheiros do CMDR. A reunião começou pela deliberação sobre os preparativos para as Conferências Regionais de Assistência Técnica e Extensão Rural e a de Segurança Alimentar e Nutricional em Paranaguá e solicitou-se aos(às) participantes que levantassem as demandas do município referentes ao tema. Em seguida realizou-se uma eleição dos(as) representantes para as conferencias.

O próximo tema abordado foi acerca da organização da Caminhada na Natureza, que vem encontrando entraves devido ao atraso em algumas tarefas, como a manutenção das estradas rurais. O secretário justifica que estão ocorrendo dificuldades na operacionalização da demanda por causa da condição climática chuvosa. Haverão voluntários que se dedicarão a trabalhar no evento e seus nomes serão divulgados até o próximo dia 10.

Além de ser abordada a questão da execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) Municipal, todos(as) foram inteirados(as) sobre as atividades do Projeto Organização Soberana. Relataram-se os resultados parciais das saídas de mobilização, as demandas dos(as) agricultores(as) e foi feito um convite para a participação nas oficinas de capacitação. Alguns(mas) agricultores(as) se mostram interessados(as) nas oficinas e perguntam sobre quais seriam oferecidas. A equipe do projeto vêm encontrando dificuldades em agendar as oficinas no período de julho e agosto por causa da quantidade de eventos que os(as) agricultores(as) devem participar no período.

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Durante o dia 08 de Dezembro, ocorreu a ultima reunião do conselho consultivo do Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange.

Para iniciar a reunião foram estabelecidas as regras e acordos de convivência, que objetiva dar bom direcionamento da reunião e propiciar a fala de todo os presentes.

A primeira pauta do dia foi sobre o plano diretor de Matinhos. Osecretário de urbanismo do município informou que foi cancelada a revisão, pois será necessária a contratação de uma empresa para realizar o diagnóstico/estudo para possíveis mudanças. Em Guaratuba o diagnóstico está pronto e será encaminhado para a diretoria do PNSHL e depois repassado para os conselheiros.

As ações realizadas pela diretoria do PNSHL em 2015 foram de fiscalização, vistoria e pesquisa – realizadas por pesquisados terceiros com o apoio da diretoria.

Houve a apresentação do projeto de turismo na Baía de Guaratuba, coordenado pela UFPR. Os conselheiros comunitários se interessaram pela proposta.

Quanto à revisão dos limites do PNSHL, a proposta ainda permanece sem a assinatura do presidente do ICMBio, o que faz permanecer a insegurança dos moradores que estão dentro dos limites do parque, pois não podem realizar adequações em suas propriedades, como reformas ou cultivo de plantas alimentares. Neste ponto, foi realizada a leitura e aprovação da moção para aumentar o valor de indenização das propriedades que possuem vegetação nativa, esta será enviada ao presidente do ICMBio.

A comunidade do entorno do parque levantou a questão de falta de segurança nessa região, dessa forma, será enviado um ofício ao Batalhão de Polícia de Paranaguá solicitando mais policiamento nesses locais.

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Domingo, 26 de julho, ocorreu Caminhada da Natureza – Circuito Serra da Prata, cadastrado pelo ANDABRASIL,Confederação Brasileira de esportes Populares, Caminhada na Natureza e Inclusão Social. O evento foi realizado pela APRUMPAR – Associação de Produtores Rurais de Paranaguá, com o apoio do Projeto Organização Soberana desenvolvido pela Motirõ e com a colaboração de vários parceiros como a SEMAPA – Secretaria Municipal da Agricultura, Pesca e Abastecimento, EMATER – Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, PNSHL- Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, mas principalmente da comunidade rural das colônias Maria Luiza, Quintilha, Pereira, Santa Cruz, Morro Inglês e São Luiz.

O local de concentração e largada da caminhada se deu na igreja católica da Colônia Maria Luiza, onde foram confirmadas cerca de 500inscrições online e realizadas mais de 200 inscrições no local, ultrapassando o numero de 600 participantes. A comunidade serviu aos participantes um delicioso café da manhã no barracão da igreja. O almoço também não ficou atrás, onde mais ospresentesse deliciaram com os sabores da colonia, ao som ao vivo de um grupo de MPB que criou um belíssimo momento de confraternização.

O trajeto da caminhada partiu da Igreja da colônia Maria Luiza até a propriedade Cachoeira Quintilha, totalizando 9,5 km, ida e volta. Durante o trajeto havia três pontos de carimbo para o passaporte dos caminhantes e também barraquinhas de produtores locais vendendo diversos produtos como queijos, geleias, sorvete, manteiga, conservas, pães, bolos e outros, que foram muito bem recebidos e prestigiados. Ao fim da caminhada os produtores que estavam expondo seus produtos ao longo do caminho se concentraram na frente do barracão onde as vendas continuaram. Estima-se que o evento trouxe uma movimentação financeira de aproximadamente R$ 13.000,00para a região.

O resultado da caminhada foi totalmente positivo para os inscritos e principalmente para todos da organização, pois atingiram o objetivo de envolver a comunidade no desenvolvimento de uma ação que traga visibilidade para as colônias, gerando renda local e principalmente divulgando o potencial turístico e dos produtos dos agricultores de Paranaguá.

Créditos: Caroline Mendonça e Elaine Cunha

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Em maio de 2015 nós da Motirõ iniciamos o Projeto Organização Soberana, mais um projeto patrocinado pela Petrobras, financiado através do Programa Sócio Ambiental, novo programa de responsabilidade social desta empresa. O “Organização Soberana” atua na área rural do município de Paranaguá, em específico junto à Associação de Produtores Rurais de Paranaguá – APRUMPAR, localizada na Colônia Maria Luíza.

A principal atividade econômica nesta região é a agricultura, com destaque para o cultivo de banana, arroz, mandioca, hortaliças e pecuária de subsistência. Os produtos agroindustriais também tem grande importância na composição da renda dos agricultores familiares, e a região possui também um potencial turístico ainda pouco estruturado para o desenvolvimento de uma dinâmica de visitação.

A associação é um instrumento fundamental para os agricultores da região, pois nela se realizam importantes atividades, como distribuição de mudas, intermédio com fornecedores para a aquisição de insumos a um preço menor e facilitar o acesso dos agricultores aos programas governamentais. Contudo, há uma série de desafios que a associação necessita superar para continuar contribuindo para a melhoria das condições de vida de seus associados.

 

Desta forma o projeto “Organização Soberana” deu início a suas atividades realizando a primeira visita a todos os agricultores familiares associados à APRUMPAR. O objetivo desta visita é apresentar melhor o projeto, a equipe técnica da Motirõ e principalmente conhecer a dinâmica produtiva dos agricultores a fim de contribuir para o aprimoramento de suas atividades. Esta visita busca informar e incentivar a cada agricultor a participar do processo de gestão e acompanhamento da APRUMPAR. Para isso está previsto oficinas de associativismo, cooperativismo, gestão de empreendimento comunitário e elaboração coletiva de projetos. Em breve iniciará o ciclo de oficinas do projeto, fique de olho nas notícias e acompanhe o fortalecimento de uma Organização Soberana.

 

 

O processo de formação de uma organização soberana tem como premissa aprimorar os laços comunitários e as relações de trabalho dos envolvidos, atuando em rede e adotando posturas mais humanas, participativas e menos hierárquicas. Capazes de reconhecer as necessidades de seus membros.”

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